Algumas ideias chegam em silêncio e ficam para sempre.
No Dream Guincho, a ideia de dar a cada quarto o nome de um livro surgiu com António Mega Ferreira.
Escritor, ensaísta e uma das grandes figuras da vida cultural portuguesa, António tinha uma relação excecional com a literatura. Foi ele quem propôs que cada quarto tivesse o nome de um livro.
Foi também ele quem selecionou os títulos.
Cada um foi escolhido com cuidado. Livros que convidam à reflexão, à conversa e ao prazer sereno da leitura.
Desta forma, a literatura passou a fazer parte da arquitetura do Dream.
Mais tarde, Clara Pinto Correia juntou-se a esta história.
Cientista, escritora e uma mente extraordinariamente curiosa, Clara ajudou a dar forma a muitas das ideias que hoje vivem na casa. Entre elas, houve um gesto que os hóspedes agora levam consigo.
De cada um dos livros escolhidos para os quartos, Clara selecionou uma frase.
Uma única linha. Um pensamento capaz de abrir outro.
Essa frase é escrita à mão e oferecida a cada hóspede. Um pequeno convite a ler, a pensar ou, simplesmente, a começar a estadia com um tipo diferente de atenção.
Hoje, a biblioteca do Dream Guincho tem o seu nome.
Uma homenagem discreta à sua inteligência, generosidade e imaginação.
Os livros sempre foram companheiros nesta casa.
Estão nos quartos, nos recantos, no silêncio das tardes.
Viajam de hóspede para hóspede, de estadia para estadia.
Por isso, guardamos uma profunda gratidão a António Mega Ferreira e a Clara Pinto Correia, cujo pensamento, generosidade e amor pelos livros ajudaram a dar a esta casa uma das suas dimensões mais significativas.









